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O que é um adicto? Sou um adicto?

Toda a informação desta postagem segue na íntegra o Livro Sou um Adicto de Narcóticos Anônimos O que é um adicto? Adicto,  é simplesmente uma pessoa cuja vida é controlada pelas drogas.   Talvez você admita que tenha problema com drogas, mas não se considere um adicto. Sou um adicto? Só você pode responder a esta pergunta. Isto pode não ser fácil. Durante todo o tempo em que usamos drogas, quantas vezes dissemos “eu consigo controlar”. Mesmo que isto fosse verdade no princípio, não é mais agora. As drogas nos controlavam. Vivíamos para usar e usávamos para viver. Um adicto é simplesmente uma pessoa cuja vida é controlada pelas drogas.   Talvez você admita que tenha problema com drogas, mas não se considere um adicto. Todos nós temos idéias preconcebidas sobre o que é um adicto. Não há nada de vergonhoso em ser um adicto, desde que você comece a agir positivamente. Se você pode se identificar com nossos problemas talvez possa se identificar com a nos...

Família e Drogas - Alguns questionamentos

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Um assunto que nunca quer calar... Qual papel da família, como prevenir, como agir, o que fazer, o que pensar...E agora? 01) O que é família? família é reunião de indivíduos que estabelecem relações entre si, algumas relações melhores(afinidades) outras piores. É notório que dentro de um lar alguns membros tem mais afinidade com uns do que com outros e isso faz parte da evolução do ser e estão todos reunidos para que possam juntos caminhar vencendo(tentando) crescer um com o outro. 02) Quais as influências da família(pais) na adolescência/fase adulto do ser? As experiencias familiares durante a infância e a adolescência tem sido reconhecidas como influências importantes no que diz respeito a delinquência juvenil e ao comportamento criminoso do adulto, bem como em relação ao abuso de drogas, tanto entre adolescentes quanto entre adultos. O estilo de criação dos pais é entendido como o clima emocional em que ocorre a socialização. Calma!Não se desespere, não se culpe...

Só Por Hoje - 22 de Outubro Olhe Quem Está Falando

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“Nossa doença é tão traiçoeira que pode nos meter em situações impossíveis”. Texto Básico, p. 91 Alguns de nós dizem: “Minha doença está falando comigo”. Outros dizem: “Minha cabeça não pára”. Ainda há outros que se referem ao “barulho em minha mente” ou “o macaco em minhas costas”. Vamos encarar isso. Sofremos de uma doença incurável que continua a nos afetar, mesmo em recuperação. Nossa doença nos fornece informação distorcida sobre o que está acontecendo em nossas vidas. Ela nos diz para não olhar para nós mesmos, porque o que veremos é muito assustador. Às vezes, ela nos diz que não somos responsáveis por nós mesmos e nossas ações; outras vezes nos diz que tudo que há de errado com o mundo é culpa nossa. Nossa doença nos engana e nos leva a acreditar nisso. O Programa de NA nos proporciona muitas vozes que contrabalançam nossa dicção, vozes em que podemos confiar. Podemos ligar para nosso padrinho ou madrinha para um teste de realidade. Podemos escutar a voz de um adicto ...

O Papel da Família na Internação

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Material retirado do site amorexigente.org.br , sugiro a todos, que conheçam o site e que busquem um grupo de Amor Exigente . A família tem um papel extremamente importante na recuperação do dependente químico. Ela não só pode, mas deve ajudar seu ente querido na busca da libertação de tão grande mal. Entretanto, muitas vezes, o caos que se instala na família e a fragilidade emocional à qual acaba submetida, quase sempre a impede de exercer  adequadamente seus papéis. A família  pode ser a "escada de ascensão" no processo de recuperação e posterior manutenção na medida em que o ajuda a resgatar valores, princípios e  auto-estima, mas, ao atuar como facilitadora e com atitudes inadequadas,  poderá ser o "gatilho" disparador, que o levará à recaída de comportamentos, à irresponsabilidade e, certamente, ao uso de substâncias.  A constatação dessa dura realidade, ou seja, o deixar-se vencer pela doença,  o levará a sentimentos de menor-valia, desânimo, fr...

“O familiar que quiser ver o paciente longe das drogas, terá que se preparar para vê-lo sofrer”.

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Particularmente adoro muito o blog Amando um Dependente Químico , esqueço do tempo lendo, estudando, refletindo com os temas deste blog e quero dividir/divulgar uma postagem super interessante e verdadeira e que dá certo e que é o caminho! “O familiar que quiser ver o paciente longe das drogas, terá que se preparar para vê-lo sofrer”.  (Jorge Jaber) Eu já havia postado esta frase aqui no blog. Foram as palavras de um especialista, em entrevista a um programa de TV, em maio do ano passado ( CLIQUE AQUI ,  e assista). Ver quem amamos, sofrendo, não é nada fácil. Não é mesmo? Mas, se queremos, de fato, ajudar o nosso familiar, precisamos parar de protegê-lo das consequências do seu uso de drogas. Mentir para os outros, minimizar as atrocidades cometidas, passar a mão na cabeça, enganar a si mesmo, se expor a riscos, abandonar a vida social, deixar-se de lado, se deixar manipular, são algumas das atitudes comuns nas famílias de dependentes químicos. Mas,...

A importância da Família

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A família é fundamental para o sucesso do tratamento da dependência química. Pensar que tudo se resolverá a partir de uma internação ou após algumas consultas médicas é uma armadilha que não polpa a mais sincera tentativa de tratamento. A dependência é um problema que se estruturou aos poucos na vida da pessoa. Muitas vezes, levou anos para aparecer. Muitas coisas foram afetadas: o desempenho escolar, a eficiência no trabalho, a qualidade dos relacionamentos, o apoio da família, a confiança do patrão, o respeito dos empregados. Como esperar, então, que algo presente na vida de alguém há tempo e que lhe trouxe tantos comprometimentos desapareça de repente? Quem decide começar um tratamento se depara com os sintomas de desconforto da falta da droga e, além disso, com um futuro prejudicado pela falta de suporte, que o indivíduo perdeu ou deixou de adquirir ao longo da sua história de dependência. Porque a família é importante para o tratamento Todos podem ajudar: o patrão, os a...

Os 12 Passo A.A. (Alcoólicos Anônimos)

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Não é só um programa para dependentes de álcool e sim para todos os tipos de drogas. Admitimos que éramos impotentes perante o álcool - que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas: Quem se dispões a admitir a derrota completa? Quase ninguém é claro. Todos os instintos naturais gritam contra a idéia da impotência pessoal. É verdadeiramente terrível admitir que, com o copo na mão, temos convertido nossas mentes numa tal obsessão pelo beber destrutivo, que somente um ato da Providência pode removê-la. Viemos a acreditar que um Poder Superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade:  A partir do momento em que se lê o Segundo Passo, a maioria dos novos em AA, enfrenta um dilema, às vezes bastante sério. Quantas vezes os temos ouvido reclamar: "olhem o que vocês fizeram conosco. Convenceram-nos de que somos alcoólicos e que nossas vidas são ingovernáveis. Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, na forma em que O concebíam...

A importância do grupo de ajuda

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Quando nos deparamos com a confirmação da suspeita de que nosso familiar está sim usando drogas, nos deparamos com um mix de sentimentos e emoções e inúmeras perguntas, e então queremos respostas para todas as nossas dúvidas, queremos conversar com pessoas iguais a nós e saber o fazer, como conviver, que atitude tomar. O que devemos assimilar primeiro é que a dependência química é uma doenças e a partir daí buscar ajuda para controlar esta doença. Devemos aceitar que a família está doente também e as vezes mais doente que o dependente químico. Nos é sugerido a busca de grupos de ajuda, dentre eles o mais conhecido o AMOR EXIGENTE. A maioria dos familiares que buscam o Amor Exigente, vai para poder pegar a presença para a visita do familiar na comunidade a qual ele está fazendo tratamento, Com o decorrer do tempo e a imensa vontade de ajudar, aprendemos que o Amor Exigente é para nós e que devemos frequentar SEMPRE os grupos, para o nosso crescimento, para a nossa reforma ínt...

Como saber se o familiar está fazendo uso de drogas/álcool? Há algum indício?

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Normalmente, a pessoa começa a usar drogas muito cedo. Hoje a faixa etária é por volta dos 11, 12 anos. Ela fica quatro ou cinco anos fumando maconha e a família nem percebe.Só vai perceber quando  houver mudança para uma droga mais pesada. A medida que o consumo aumenta, a pessoa adquire algumas características como: começar a ficar prepotente, mudar o linguajar, começa a falar palavrões na frente de todo mundo, mente muito, apresenta queda no rendimento escolar e ou profissional, faltas constantes ao trabalho e ou escola, troca o dia pela noite, perde a afinidade com os bons amigos e começa a inverter hábitos e valores. Também se torna bastante orgulhoso, não admite ser um dependente e pensa que pode para quando quiser.

Como a família deve reagir quando descobre que seu filho está usando drogas?

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A primeira atitude é de calma, sem desespero, conversar, melhorar a comunicação com o jovem, procurar ajuda espiritual, ler, buscar ajuda e o mais importante realizar uma revisão geral nas relações, procurar conversar sobre os sentimentos verdadeiros, trabalhar as diferenças e os conflitos com equilíbrio.  Verificar o grau de comprometimento do jovem, ele pode estar no início, usar ainda recreativamente. Tenho visto excelentes resultados com terapia familiar, todos os membros da família fazem parte do problema e da solução, muitas vezes o usuário é o bode expiatório da família, ou ele carrega a culpa e a depressão de todos.  Todos precisam de ajuda e de se reverem.  Os pais precisam compreender que apenas uma minoria transforma-se em dependente químico, principalmente aqueles que possuem pais dependentes de drogas, ou dificuldades pessoais ou familiares, neste caso a família está tão desestruturada que pouco pode atuar para um processo de ajuda. Quanto mais neutra e ap...